Paulo Souza

4º               Jubileu             do              Brasil

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GUIA DE 

INTERCESSÃO PROFÉTICA

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Paulo Souza da Silva é paulista e paulistano. Nascido a 30 de abril de 1969 no centro da cidade, raramente saía dela até os 30 anos de idade.


Conheceu o evangelho aos 22 anos e aos 26 foi ordenado ao ministério pastoral. Nesse mesmo período viu um jovem usando uma camiseta que trazia os seguintes dizeres: "guerreiro de oração". Aquela visão já o queimava por dentro, quando aquele mesmo rapaz se aproximou dele e foi usado pelo Eterno para lhe falar coisas tremendas de seu ministério futuro. A partir daí, a oração passou a ser sua grande companheira.


Todo este trabalho em relação ao Brasil faz parte daquelas revelações.


Hoje ele é casado com Lídia, tendo tomado por filhos os enteados Felipe e Mateus.

É bacharel em Teologia, pela Faculdade Teológica do Paraná e serve como apóstolo na Igreja Apostólica Rompendo em Fé e no Ministério de Libertação e Restauração Rocha Eterna.

 

É filho ministerial do Ap Paulo de Tarso Fernandes, o qual é líder da Igreja Betlehem e membro do Conselho Apostólico Brasileiro.

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Sobre

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SUMÁRIO


Sobre Paulo Souza


Promessas que ainda nos Inspiram.............................01


O Ano do Jubileu.............................................................13


Como funciona................................................................20


Princípios..........................................................................23


Que tal orar?.....................................................................30


Faça parte disso...............................................................53

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O GOVERNO DO CÉU ESTABELECIDO NA TERRA PELA ORAÇÃO PROFÉTICA

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clique e se inscreva

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Como foz do Iguaçu tem doze vezes o volume de água que encontramos em Niagara Falls, também o avivamento que virá sobre a nação brasileira será doze vezes maior que o de Toronto.

        PROMESSAS QUE AINDA NOS INSPIRAM

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     PROMESSAS QUE AINDA NOS INSPIRAM

O Brasil terá uma economia de primeiro mundo e nossa economia excederá a norte-americana.

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O Brasil será um celeiro de missionários para as nações.

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      PROMESSAS QUE AINDA NOS INSPIRAM

O Brasil se tornará um celeiro e alimentará as nações do mundo.

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        PROMESSAS QUE AINDA NOS INSPIRAM

Seremos transformados em uma “Plataforma Continental de Adoração”.

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PROMESSAS QUE AINDA NOS INSPIRAM

É chegada a cultura do Reino dos Céus no Brasil.

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O “Dom Redentivo” de nossa nação é o louvor e adoração que se ministra ao Senhor nessa terra.

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        PROMESSAS QUE AINDA NOS INSPIRAM

Seremos chamados de “YHWH SHAMÁ”, “o Senhor está aqui”.

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O Brasil (ou braseiro), receberá o sopro de Deus e as chamas se espalharão às nações que transportaram o Pau Brasil, (ou pau em brasa), como um caminho de pólvora devorado pelo fogo do Espírito.

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E mais...

Ao Brasil virão as nações para aprender sobre o Reino de Deus e sua Justiça.


A República Federativa do Brasil será a maior expressão do Reino de Deus nesta Terra.


Seremos a primeira nação cristã evangélica do mundo.


Cairemos na graça de todo o povo e o Senhor nos acrescentará, dia a dia, os que irão sendo salvos.


A partir do Brasil se acenderão “Tochas de Fogo Santo de Deus”, que trarão a unidade ao nosso continente.


O Senhor mudará a nossa sorte e seremos chamados “Bem Aventurados”, “Menina dos Olhos de Deus”.

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Não temos dúvidas de que o Senhor não nos fez estas promessas por sermos melhores que qualquer outra nação. Aliás, muito provavelmente, estas promessas nos foram feitas por sermos uma das mais malignas, corrompidas, adúlteras, idólatras, feiticeiras, mentirosas e maldosas do mundo (Dt 9:4-6). Somente pela graça de Deus podemos viver tais milagres (Rm 5:20b). 


O maior problema nisso tudo, é que parece não haver interesse suficiente no meio do povo de Deus para se render a Ele e busca-Lo de todo o coração, a fim de que se faça sua vontade em nossa terra. Por causa disso, o Eterno está para derramar duros juízos sobre o Brasil. Em sua majestade e governo universal, Ele é Soberano pra fazer o que sabe ser o melhor para a glória de seu nome.



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Nosso intento não é impor ao nosso Deus Glorioso a nossa vontade; longe disso. Nosso desejo é recorrer à sua misericórdia e encontrar Nele mais uma oportunidade de respondermos nosso chamado como nação, a qual foi separada para glorificar o seu Nome e abençoar toda a Terra (Ex 32:7-14). 


Se você ama nossa terra e nossa gente,  querendo ver o Senhor entronizado neste país, vamos juntos nos humilhar e voltar quebrantados ao coração do nosso Deus (II Cr 7:14). 

 

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O ANO

 DO JUBILEU

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Se pensarmos nas melhores características que o Senhor espera observar em sua Igreja, será que devemos concluir que Ele só deseja estas características na Igreja? Não deseja na verdade, que a Igreja sirva de inspiração e exemplo para todas as pessoas do mundo? Claro que sim!


É exatamente isso que acontece com as verdades ensinadas por Ele a Israel. Afirmamos isso por causa do constante conflito que se encontra na mente cristã e de diversas religiões de uma maneira geral, em relação à uma série de princípios que Deus deu a Israel durante a Antiga Aliança. Alguns afirmam que o que foi ensinado a Israel, só serve para Israel. Outros dizem que o que foi ministrado pelo Senhor a Israel na Antiga Aliança já é passado, e com a Nova Aliança tudo aquilo foi abolido, tornando-se sem sentido. Será mesmo?


É bom compreender que assim como a Igreja é agora a parte da humanidade que tem acesso ao coração do Pai, para de lá trazer a este mundo o que pode abençoá-lo e transformá-lo; da mesma maneira era com Israel no Antigo Testamento. Fazendo um rápido paralelo, vejamos alguns exemplos práticos.

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O ANO

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​Deus disse em sua Lei para Israel: “não tenha outros deuses diante de mim”; “não faça para ti nenhum ídolo...”; "não tome seu santo nome em vão"; “lembre-se do sábado...porque o Senhor o santificou”; “honre pai e mãe...”;  “não mate”; “não adultere”; “não furte”; “não dê falso testemunho” e “não cobice” (Ex 20:1-17). Ora, qualquer um que seja sincero em sua abordagem, perceberá que esta Lei não é aplicável apenas para um israelita, mas para qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo. Aqui fica claro que Israel foi a nação que Deus escolheu para ser o canal por meio de quem o Senhor trouxe estas verdades ao mundo.


E em relação a ser um texto do Antigo Testamento, já podemos ignorá-lo? Será que agora na Nova Aliança já podemos ter outros deuses, fabricar ídolos, matar, adulterar, etc.? É claro que não! Isso indica que é realmente interessante, a nível de estudos e sistemas de compreensão, dividir a Palavra de Deus em duas partes. Mas em relação aos seus princípios e veracidade, todo o Canon Sagrado é digno de toda a aceitação (II Tm 3:16 e 17), sendo necessário apenas, usarmos o bom senso inspirado por aquele que nos revela a própria Escritura; o

Maravilhoso e Amigo Espírito Santo (Jo 14:26).


Não esperamos que com estas poucas e simples palavras, sejamos capazes de convencê-lo daquilo pelo que estamos orando. Reconhecemos a liberdade que cada um de nós recebeu do próprio Criador para fazer nossas escolhas, e por isso entendemos que alguns não veem dessa maneira. A estes dizemos que nosso objetivo não é contender ou promover qualquer tipo de divisão no Corpo, e por causa disso, os dispensamos de continuar esta leitura.


Mas se há interesse em compreender um pouco melhor este assunto e assim nos ajudar nessa intercessão; seja bem vindo!


No livro de Levítico, no capítulo 25, encontramos as instruções do Senhor para Israel, a respeito do Ano Sabático ou Ano da Remissão. A ideia básica ali é que os israelitas ao entrarem na terra da promessa e trabalharem nela, deveriam semear e colher por seis anos, mas no sétimo, deveria ser apregoado um descanso para a terra. E não apenas isso, mas o descanso dos homens e animais. Deuteronômio 15 acrescenta que além do descanso,também


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havia perdão de dívidas e libertação de escravos. Era um período de descanso e renovação de forças e de fé. Uma vez que não trabalhavam seus campos durante todo o sétimo ano, o Senhor lhes prometeu abençoar abundantemente em suas colheitas do sexto ano.


E além do Ano da Remissão, o qual já é uma grande benção, Levítico 25 fala ainda de um outro "tempo" muito especial: o Ano do Jubileu. A grosso modo, o Jubileu era uma espécie de super Ano Sabático e de Remissão. Envolvia praticamente os mesmos elementos dos ciclos de sete anos, só que por ser celebrado no quinquagésimo ano, era como se fossem dois Anos Sabáticos seguidos. Este segundo ano era o Ano do Jubileu. A instrução dada a Israel indicava que deveriam contar sete semanas de anos, totalizando quarenta e nove anos. Deveriam tocar o chifre do carneiro por toda a sua terra na entrada do ano de número 50, pois este ano deveria ser consagrado ao Senhor. E quais eram as características desse tempo?


•ERA UM TEMPO DE LIBERTAÇÃO

Os escravos israelitas que haviam entrado nessa condição por  não   poderem  saldar  suas   dívidas,  podiam  ser  livres 

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dessa situação (Lv 25:10a;39-43).


•ERA UM TEMPO DE DESCANSO

No Ano de Jubileu ficam suspensas as atividades de aradura, sementeira e sega. Ora estamos falando aqui de uma nação que era essencialmente agrícola na época da instituição deste calendário. O que o Senhor estava querendo dizer então? É simples! No Ano de Jubileu não se devia trabalhar. Era um tempo que a terra estaria em descanso, assim como os animais e todo o sistema de produção de riquezas (Lv 25:11 e 12).


​•ERA UM TEMPO DE RESTITUIÇÃO

Desde que o Senhor distribuiu a terra para o povo de Israel ainda nos dias de Josué, Ele sempre desejou que a mesma permanecesse nas mãos das tribos, clãs e famílias originais. Por situações diversas, as terras e heranças foram sendo redistribuídas, principalmente por desequilíbrio socioeconômico. No Ano do Jubileu, as propriedades deveriam voltar para quem de direito (Lv 25:10b).

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•ERA UM TEMPO DE RESTAURAÇÃO FAMILIAR

Ligado a esta questão da restituição das terras e possessões, era natural que as famílias e clãs se reencontrassem (Lv 25:10b;41).


 •ERA UM TEMPO DE PERDÃO DE DÍVIDAS

Os que estavam trabalhando como escravos por causa de endividamento, deviam ser livres juntos com seus filhos, além de não pesarem juros sobre eles e receberem presentes (Lv 25:10b; 35; Dt 15:1-11).


•ERA UM TEMPO DE SANTIFICAÇÃO ESPECIAL

Deus diz que o Ano de Jubileu é santo para Ele (Lv 25:12a).


•ERA UM TEMPO DE HONESTIDADE E DE JUSTIÇA

Havia uma instrução clara do Senhor proibindo a exploração do próximo na realização de negócios (Lv 25:14-17).


•ERA UM TEMPO DE EXERCITAR A FÉ

O ano 49 já havia sido de descanso por causa da Remissão, e agora é o 50 de Jubileu. Já pensaram o que é uma nação agrícola passando dois anos sem arar, plantar e colher? Só mesmo  pela  fé  é  que  se   pode  experimentar  um  ano  de

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Jubileu, pois mais do que nunca, é uma grande oportunidade de ver o Deus Todo Poderoso como a verdadeira fonte de toda a provisão (Lv 25:2-7; 11 e 12).


Existem outros itens que poderiam ser listados aqui, mas acreditamos que com o que foi exposto, já seja possível expressar um pouco do espírito dessa celebração. E talvez daqui em diante você possa perguntar: E o que a Igreja do séc XXI e este Brasil tão ferido e explorado tem a ver com isso? Como Igreja já temos nossa Nova Aliança, e como nação, já possuímos nossa Constituição. Certamente, estas coisas são verdadeiras. Mas como foi dito no início do texto, foi Israel quem o Senhor elegeu para ser a cabeça das nações; além de a verdadeira cultura da Igreja ter nascido das entranhas do verdadeiro judaísmo bíblico. Temos muito claro o entendimento do que é proposto no verso 16 de Colossenses 2, o qual nos garante que não seremos julgados por causa dos dias de festas e coisas semelhantes. Nosso alvo não está no engessamento religioso da Lei, mas sim nos princípios divinos demonstrados e qual a possibilidade de vê-los manifestados em nossos dias e em nossa nação, principalmente.

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FUNCIONA

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O Ap Paulo de Tarso Fernandes, líder da Igreja Apostólica Betlehem e membro do CAB (Conselho Apostólico Brasileiro) se moverá junto com outros líderes e intercessores de norte a sul e de leste a oeste desta nação, visitando cada um dos estados brasileiros. Nessa jornada será divulgada exatamente esta mensagem.


Após este primeiro contato, um segundo deve ser agendado. Dessa vez, a ideia é realizar uma atividade que possa servir para implantação de um núcleo de intercessão local. O mesmo terá o objetivo de manter o Ouviram do Ipiranga em pleno funcionamento, através de uma liderança local.

Três ações principais:

• Realizar a reunião mensal de intercessão naquele estado;

• Preparar aquele estado para que ele experimente o Ano Nacional de Arrependimento, a partir de 07 de setembro de 2021;

• Preparar aquele estado para que ele experimente o 4º Jubileu do Brasil, a partir de 07 de setembro 2022.


Não fará isso por se considerar melhor ou pior do que ninguém, e não existe o propósito de impor estas verdades a quem quer que seja. O alvo é encontrar aqueles que desejam

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compor este mover de transformação por meio da reivindicação de um direito que cremos poder experimentar, a exemplo de Israel, as nações a cada cinquenta anos.


Nada é esperado para que aconteça em sete de setembro de 2022, além de que tenhamos um Brasil melhor para apresentar ao nosso Deus. Há quase 200 anos atrás, proclamou-se uma independência que ainda que todos entendamos ser do domínio de Portugal, parece ter esbarrado numa independência também do Senhor Jesus Cristo.


É por isso que desejamos destacar que desde o Ipiranga, a região da proclamação da independência; já se começa ouvir um novo som e um novo grito. Som de louvor e adoração ao nosso Deus e o grito que proclama que Jesus Cristo é o Senhor do Brasil.


Sendo o Jubileu um tempo de total dependência de Deus, essa é uma data perfeita para pedirmos perdão pela distância que temos tomado de seu governo, como também reafirmar que desejamos e precisamos ser totalmente dependentes Dele outra vez.



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COMO 

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Acreditamos   que  em   cada   canto  deste   país    exista    um

remanescente clamado por mais de Deus. Tudo que desejamos fazer é encontrar estas brasas e ajuntá-las em um único intento para incendiar o Brasil, a fim de que ele cumpra o seu propósito.


Tanto é assim, que estamos em busca dos intercessores de toda a nação para que se envolvam nessa empreitada. E quando falamos intercessores, nos referimos àqueles de carreira e aos não tão treinados assim, mas sabem que a oração de um justo muito pode em seus efeitos.


Perceba que não há segredos nem coisas complicadas. Desejamos apenas que o Rei Jesus Cristo possa, antes de sua vinda, ter uma Igreja melhor e um povo melhor no Brasil, os quais possam dar a Ele mais louvor, adoração, honra e glória. Que o Brasil se levante para preparar o caminho do Rei!

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PRINCÍPIOS

Princípios aplicáveis ao Brasil

Como dissemos, acreditamos que seja possível tocar em nossa geração, por meio de princípios eternos estabelecidos na Palavra de Deus. Em especial sobre a nação do Brasil, a qual representa nosso alvo nessa empreitada. Se verdadeiramente, os ensinos do Senhor a Israel objetiva ensinar as nações, cremos que nosso país está diante de uma grande oportunidade. Entendemos que o Brasil tenha sido descoberto à mais de quinhentos anos, mas vemos ele receber seu "RG" em 7 de setembro de 1822, pois foi aí que ele se tornou independente e deixou de ser colônia. Desde então, já completamos três jubileus; e agora estamos a caminho do quarto.


Talvez, nos anos anteriores, nunca tenhamos atentado para esse detalhe, mas será que Deus não estaria disposto a trabalhar de uma maneira especial neste período sobre o Brasil. Não estaria Ele interessado em promover um tempo de toque de shofar (chifre de carneiro) em nossa terra? Destacamos novamente que não é possível engessar dentro de ritos religiosos este processo em nossos dias, até porque estamos   milênios  a  frente  daqueles   dias  e  numa  cultura 

PRINCÍPIOS

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totalmente diferente. Mas, e os princípios divinos e espirituais envolvidos? E a dimensão profética envolvida? Sabemos que o que Isaías escreve em seu livro, no capítulo 61 e que Jesus cita em Lucas 4, se refere ao Ano Aceitável do Senhor, o qual não é outro, senão o Ano do Jubileu. Será que o que Jesus diz ali, só serviu para aqueles dias e para o povo judeu, ou será que não ouvimos tantos falarem e nós mesmos dizemos: o Espírito do Senhor Deus está sobre mim? Se é aplicável a todo aquele que crê, queremos orar e interceder para que o Brasil creia e seja aplicável a ele também.


Pensemos primeiro à nível de Shemitah (o Ano da Remissão, o sétimo ano).


Por tudo que já foi visto sobre o sétimo ano, fica claro que tal ano representa uma grande bênção para o povo de Deus. Era tempo de descanso, perdão de dívidas e restauração. Tudo isso é muito bom, mas há um detalhe que é muito importante a ser observado. A palavra shemitah significa remissão, mas também significa abalo. E o que isso significa? Significa que a intenção do Eterno ao presentear Israel com estes ciclos de sete anos foi abençoá-los, mas ao desprezarem este privilégio,

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PRINCÍPIOS

tal presente se tornaria em juízo contra ele.  Essa constatação é feita quando se observa o tom de desolação do que está escrito em II Cr 36:20 e 21; onde está relatada a triste verdade que Nabucodonosor levou o povo cativo para a Babilônia, e depois de toda a destruição que causaram, a terra desfrutou os seus descansos sabáticos, até que se completaram os 70 anos. O povo judeu havia desobedecido ao Senhor em muitas coisas, mas a que é citada especificamente como um determinante para o período de cativeiro foi a não observância do shemitah.


Quando falamos de aplicar os princípios divinos aos nossos dias e ao Brasil, podemos começar atentando para ritmo frenético em que temos escolhido viver nos últimos dias. Alguns ainda devem se lembrar de que há bem pouco tempo atrás, as fábricas, o comércio e serviços tinham sua parada semanal para descanso. Já perceberam que agora só param quando há alguma crise? Agora podemos ir às compras em qualquer dia da semana de dia ou de noite, pois o importante é agradar ao cliente e alcançar o lucro. Funcionários fazem quantas horas extras puderem para obter o último e mais moderno produto anunciado na TV, enquanto patrões exploram esta loucura, almejando a liderança de um mercado

desvairado. As instituições financeiras vão avançando em sua loucura de endividar o povo e prendê-lo em ciclos de dependência cada vez maiores. As grandes empresas se juntam às autoridades corruptas para se tornarem cada vez mais ricas, enquanto oprimem, enganam e roubam a população. O órfão, a viúva, o aflito, o estrangeiro e todos os pobres se tornam cada vez mais desesperançados e vítimas de um sistema que os torna quase invisíveis. Ninguém os vê nem os escuta, a não ser como uma massa de manobra, para que os poderosos obtenham mais lucro em sua exploração desenfreada. Isso tudo tem se refletido no endurecimento dos corações, no enfraquecimento das famílias, no rompimento dos relacionamentos, na fragilidade das autoridades e na desorganização geral da sociedade.


 Mas o pior disso tudo, é que a Igreja do Brasil também se rendeu a este sistema. De tudo que acontece em um Ano Sabático, o mais importante é parar e se render ao Senhor em adoração, pois é aí que se ouve para obedecer. Infelizmente, a Igreja aprendeu a correr o tempo todo, e por causa disso está muitas vezes fazendo a obra de Deus sem Ele. São programações;    apresentações;    planos   de   administração;

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PRINCÍPIOS

métodos de crescimento; manuais do método x, y, z; campanhas disso e daquilo; programas de rádio e TV; etc. e etc. Certamente há muita coisa boa nisso tudo. O problema é que são estas coisas que estão regendo a Igreja destes dias. Não é pecado querer que a igreja cresça e procurar a melhor maneira para isso, mas temos transformado estas coisas em nossos ídolos. Apesar de sermos um Corpo só, estamos divididos em várias denominações, e isso é bom para que cada uma execute a sua parte. Mas neste ritmo que aprendemos fora da Palavra, muito da nossa correria não é pra cumprir nosso propósito, e sim para concorrermos uns com os outros. Criamos metas e para alcançá-las nos movemos sempre de olho no lucro. Um jugo tem sido posto sobre o povo de Deus para que tragam resultados, mas nada é feito para que sejam curados e tenham suas forças renovadas.


Fora as situações resultantes dessa correria sem sentido, ainda podemos citar a falta de amor; o desprezo ao Espírito; a ignorância bíblica; a vida de oração deficiente; a adoração superficial; as contendas internas e externas; fofocas; insubmissão às autoridades; exploração do povo; mentiras; enganos; idolatria de placas, pregadores, cantores e grupos de

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O GOVERNO DO CÉU ESTABELECIDO NA TERRA PELA ORAÇÃO PROFÉTICA

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clique e se inscreva

louvor; sensualidade; adultérios; fornicações; avareza; roubo a Deus; indiferença com os necessitados; etc. Durante esses quase duzentos anos estes pecados vem se multiplicando e nunca paramos para tentar equalizar as coisas e devolver a Deus a honra que lhe é devida. Se parássemos a cada 6 anos para termos um ano de reflexão diante do Senhor, teríamos notado os desvios que tomamos. Não somos Israel dos dias de Moisés, não somos judeus, somos a Igreja brasileira do séc XXI. Mas será que nos faria algum mal pararmos agora e encontrarmos um lugar de arrependimento diante daquele que nos ama?


Pode ser que a resposta de alguns seja negativa e se conclua que de qualquer maneira já chegamos até aqui. Talvez este sistema já esteja tão enraizado em nosso meio, que prefiramos não enfrentar os desafios envolvidos numa mudança verdadeira. Mas se entendermos que existem princípios divinos envolvidos aqui, precisamos aprender com o "abalo" experimentado por Judá e Jerusalém (Jr 39:1-7). Ao ignorarem vez após vez o shemitah, o Senhor os forçou a dar descanso para a terra por 70 anos. Como? Levando-os para o cativeiro.  Podemos fazer  de conta que  o Espírito  Santo  não

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está querendo nos dar uma oportunidade e seguir em frente, como fizeram os judeus dos dias de Jeremias e dos profetas que o antecederam; ou podemos nos humilhar e parar diante do Senhor. Era fácil para os líderes judeus corrompidos e para o povo desviado da Palavra matar aos profetas e enviados do Senhor. O que eles nunca conseguiram foi destruir as verdades proféticas que eles pronunciaram.


Enquanto o juízo e o abalo envolvidos no shemitah não chegam, podemos recorrer à misericórdia do Senhor, nos lembrando que Ele é quem disse: se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face, e se afastar de seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra (IICr 7:14 NVI). Acreditamos que esteja lendo até aqui porque ama o Brasil. Este Brasil que vive correndo de um lado para o outro, que está ferido pela corrupção, encantado por idolatrias e feitiçarias, explorado por poderosos, marcado pela violência, pela miséria e tantas outras situações; não pode depender de simples homens para ser levantado. Ele precisa de um povo que conhece ao Senhor e se submete aos seus princípios. Será que este é você?

PRINCÍPIOS

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Primeiros motivos de Oração


Aqui já começam a surgir nossas pautas de oração.


• •Precisamos levantar um exército de intercessores que desejem clamar por este arrependimento. Como vimos, a porta de entrada para o Ano do Jubileu é um dia de contrição, aflição de alma e retorno a Deus. Essa é nossa primeira missão na preparação deste glorioso tempo de Jubileu. Quando pensamos em Jubileu, pensamos em alegria. Mas como poderemos estar alegres, se o coração do nosso Pai amado está ferido e triste por conta de nossos pecados. Só haverá este tempo de Graça manifesta, quando voltarmos para o Senhor com um coração contrito e quebrantado (Sl 51:17). Quando ouvirmos o Dono da Igreja que foi posto pra fora, batendo à porta e o deixarmos entrar (Ap 3:20). Quando nos lembrarmos de onde caímos e recomeçarmos direito . Quando voltarmos às primeiras obras (Ap 2:5). Intercessores podem orar e Aquele que Poderoso para convencer os corações poderá se mover para despertar uma liderança que organize a Igreja Brasileira não apenas para reconhecer e confessar seus pecados, mas também adotar o estilo de vida original, previsto na Palavra.

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Depois de termos alcançado o perdão do Senhor como igreja desta nação, poderemos desfrutar de nossa condição sacerdotal e passarmos a nos arrepender pelos pecados cometidos pelo Brasil nas mais diversas áreas. E não apenas isso, mas paralelamente ao arrependimento, os apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres devem levar toda a Igreja a ministrar em toda a nossa terra, de norte a sul e de leste a oeste, em casa, na vizinhança, na escola, no trabalho, nas casas, nas ruas e nas praças, que Jesus Cristo é o Senhor do Brasil. E nessa condição, precisamos parar para ouvi-Lo e nos preparar para o seu Reino vindouro.


• •Em relação ao fim da escravidão, os próprios crentes precisam entender que é Jubileu. É tempo de perdão de dívidas e por causa disso vencer a escravidão. Nossa escravidão à carne, ao mundo e às trevas resultam do domínio do pecado sobre nós. No entanto, em seu poderoso Jubileu, Jesus disse que é tempo de abertura de prisão aos presos (Lc 4:18). Ele disse que sua obra já foi consumada (Jo 19:30). Quem passou pelo Calvário em arrependimento e confissão, se submetendo ao Senhorio de Cristo, deve compreender  que   está   livre   para   voltar   à  sua   condição

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original: alguém criado à imagem e semelhança de Deus para governar sob sua autoridade aqui na terra (Gn 1:26-28). Alguém assim não pode ser um escravo de líderes inescrupulosos, de religião ou denominação nenhuma, de enfermidades, do medo, da opressão, das dúvidas, da incredulidade, da preguiça, da falta de conhecimento, da falta de poder e autoridade, das dívidas, da ansiedade, da depressão e tantas outras coisas. Nesse período, a Igreja precisa voltar a ser livre para voltar a adorar com intensidade e conhecer o coração do Pai de verdade. Intercedam por isso!


Já em relação ao Brasil como um todo, são tantas as prisões que precisam ser quebradas. É difícil fazer uma lista de tudo que precisamos ser libertos. Sendo assim, citaremos alguns exemplos e pediremos ao Espírito que possa inspirar os intercessores para as mais diversas áreas onde há prisões e grilhões. Precisamos ser livres da falsa cultura brasileira, a qual nos deu um folclore cheio de entidades demoníacas, além de festas populares que são verdadeiros cultos a deuses pagãos, como carnaval, festas juninas e celebrações aos mais diversos padroeiros da nação, dos estados e das cidades. Precisamos    ser     livres     desta     mídia    e    comunicações

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tendenciosas, que induzem à violência, à sensualidade, ao partidarismo, e o pior, a distanciar-mo-nos de Deus. Precisamos ser livres dessa mentalidade política que sempre quer levar vantagem em tudo, corrompendo a tudo e a todos. Precisamos ser livres dos reflexos dessa política na saúde, nos transportes, na segurança, na economia, na educação, etc. Precisamos ser livres de que este pensamento continue a dominar os poderes da nação (executivo, legislativo e judiciário). Precisamos ser livres das drogas. Precisamos ser livres de toda idolatria, feitiçaria, bruxaria, macumbaria, pajelança, maçonaria, astrologia, crendice e religião que invoca os falsos deuses. Precisamos ser livres da miséria, da opressão e exploração dos pobres. Precisamos ser livres dos poderosos inescrupulosos que se aproveitam de crises para se enriquecerem mais e oprimirem ainda mais. Precisamos ser livres desta imagem de que somos uma terra de prostituição e sensualidade. Precisamos ser livres da exploração de nossas crianças e da violência sexual que sofrem ainda dentro de casa. Intercedam por isso e por tudo mais que o Espírito te mostrar em que o Brasil está preso. É ano de Jubileu e o escravo Brasil tem que ser solto!



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• •No Jubileu ninguém trabalha, é descanso solene. Será que é possível aplicar este conceito à igreja brasileira? Deus verdadeiramente abençoa a obra de nossas mãos (Dt 16:15). Por vezes no entanto, nos tornamos tão soberbos e orgulhosos, que nos esquecemos disso e passamos a confiar muito mais em nossos métodos e capacidades, do que na Fonte de toda a benção (Dt 32:15). Um tempo de descanso em nossos dias é um desejo do Senhor para sairmos do ativismo. Estamos tão envolvidos no engano de que a obra avança por nossos esforços, que se quer pensamos na possibilidade de parar um pouco, pra que Deus mostre o quanto Ele é melhor para produzir frutos. Israel seria muito abençoado em todos os anos de seu plantio, mas no sexto ano, onde Deus punha a mão para produzir um excedente, a produção dava para 3 anos. Não sabemos qual é o ritmo do crescimento de seu ministério, mas temos certeza que pode ser ainda melhor se parar e deixar o Senhor dar suas instruções de aperfeiçoamento para obra Dele. Se a obra que realiza é realmente Dele e para Ele, não terá nenhum problema em deixar que o Senhor a dirija por algum tempo. Retire seus métodos por algum tempo, nem siga seus programas tão rigorosamente. Deixe  o Senhor definir  quando, onde e como 

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serão as atividades por algum tempo. Deixe Ele ser Deus em seu ministério e fazer o trabalho, enquanto isso você descansa. Este é um dos princípios do Jubileu. Se você é líder de igreja, faça isso e também ensine seu povo a fazer o mesmo. Alguém já disse no passado: quando trabalhamos e ficamos ansiosos; Deus descansa. Mas quando descansamos e confiamos; Deus trabalha. Homens tirando a mão pra que Deus ponha a Dele; esse é sem dúvida um bom motivo de oração.


E como proclamar um ano de descanso numa sociedade tão acelerada quanto a nossa?

Ao falar sobre descanso, Jesus disse que a solução estava em ir a Ele (Mt 11:28-30). O descanso é uma figura do próprio Reino e do próprio Rei. Na verdade, os sábados semanais, os shemitah e os Jubileu, são ensaios da manifestação completa do Reino na terra. São propostas para para sair do ritmo deste mundo e entrar na dimensão da vida que há no Reino de Deus. Toda essa correria desenfreada de nossa gente, a qual nunca chega a lugar algum, é na verdade a busca contínua de descanso para a alma. É por isso que Jesus diz para os cansados  e  sobrecarregados  para   encontrarem    descanso  

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Nele. Para apregoarmos um tempo de Jubileu no Brasil, temos que pregar o verdadeiro Evangelho do Reino de Deus e deixar as pessoas encontrarem a Jesus Cristo. Ele é o descanso que o Brasil precisa. Vamos orar por isso!


• •Sempre ouvimos muitas palavras sendo ministradas no meio da Igreja brasileira, propondo uma restituição um tanto interesseira. As vezes busca-se até mesmo a restituição de coisas que nunca possuímos. Qual seria nossa verdadeira restituição? O que realmente perdemos ao longo destes quase 200 anos e não nos apercebemos? É claro que individualmente, cada membro do Corpo de Cristo já experimentou suas próprias perdas, mas queremos nos atentar para as perdas coletivas, as quais resultam na vergonha e desonra do nome do Rei. No Jubileu de Israel, a restituição estava diretamente ligada a herança que as tribos, clãs e famílias haviam recebido quando da tomada da terra das mãos dos cananitas. Isso estava intimamente ligado às promessas de Deus ao seu povo. Ter perdido suas terras e herança fazia parecer que o Senhor não era capaz de cumprir sua Palavra e sustentar o seu povo. Por isso era tão importante   que   retomassem   suas   possessões.  Era  uma 

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benção e uma alegria para o povo, mas também a reafirmação da fidelidade do Senhor e da veracidade de sua Palavra.

Em diversos aspectos a herança da Igreja se diferencia da de Israel, mas ambas devem ser mantidas para refletir a fidelidade do Deus Vivo. A Igreja não recebeu um território físico pra expulsar seus antigos moradores e passar a habitar nele, como aconteceu com Israel após ter saído do Egito e atravessado o deserto. No entanto, o apóstolo Paulo nos ensina que a nossa luta não é contra a carne e o sangue, mas sim contra os principados e as potestades do mundo das trevas (Ef 6:12). Estes são os posseiros espirituais que um dia foram vencidos e expulsos quando a Igreja chegou e começou a agir dentro da Palavra no Brasil. Infelizmente, por não saber administrar as riquezas e os dons que recebeu do Senhor, a Igreja do Brasil não soube manter-se em sua posição, e acabou entregando o domínio espiritual de nossa terra novamente aos governantes das trevas. Os pecados já citados acima e toda obstinada desobediência às diretrizes da Palavra de Deus se tornaram dívidas impagáveis, e quando estes cobradores implacáveis vieram exigir que apresentássemos nossa  escritura  e  direito  de  propriedade,  descobriram que 

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estávamos falidos e sem o concerto do Senhor para nos justificar. É por isso que o arrependimento é tão importante pra começar este período! Tendo nos consertado, o Sangue do Cordeiro fará a sua parte e retomaremos nossa autoridade e direito legal sobre o território. A partir daí, tudo que precisamos fazer é anunciar aos dominadores infernais que assim como ninguém podia resistir a Josué em seus dias, nenhum posseiro poderá permanecer na herança conquistada na cruz por Jesus e que Ele entregou a Igreja brasileira (Js 1:5; Lc 11:21 e 22) . No Jubileu é tempo de restituição. Aqui é preciso que se levantem intercessores com faro de guerra.


No Brasil deve acontecer a restituição do nosso território ao povo brasileiro. Nossas autoridades precisam voltar a admnistrar o Brasil em sua área de influência, sem confudir isso com a posse de nossa terra. Nossas autoridades precisam cumprir seu papel como autoridades constituídas, sem roubar o direito dos brasileiros de "possuírem a terra". Esse possuir significa ter acesso à moradia, à saúde, aos tranportes, à segurança, à educação, à tecnologia, à informação sem manipulação, ao lazer, aos alimentos e todos os produtos necessários à vida, enfim, acesso à tudo que dê a uma pessoa

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a percepção de que ela possui o mínimo de dignidade possível como  alguém que mora nesse país. Sabemos  que há muitas coisas envolvidas numa transformação á este nível, pois não é uma responsabilidade apenas de nossas autoridades. Exige uma nova consciência de todos os que detêm em suas mãos algum poder e que possa dar sua parcela de cooperação em relação a pensar no próximo sem assistencialismo barato e sem segundas intenções. É por isso que é tão importante interceder. Um judeu que sabia tudo que Deus já tinha feito por Israel não se convencia tão facilmente a viver um shemitá ou Jubileu (Ne 5:1-13); quanto mais mais um dos poderosos incrédulos e muitas vezes ateu de nossa sociedade brasileira. Mas a Bíblia diz que a oração de um justo é poderosa em seus efeitos (Tg 5:16b). Você é um justo intercessor? Então ore por isso!


• •Imagine todos os judeus voltando às suas possessões? Quantas reencontros familiares surpreendentes!  Todas as vezes que há um retorno às origens, é natural que todos voltem ao mesmo ponto comum. É um momento de convergência. Estamos na expectativa de que hajam muitos reencontros  entre   as   famílias,   casamentos  destruídos   e 

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relacionamentos que foram quebrados desde o tempo em que a vida corria sem parar. Mas agora em que se apresenta uma oportunidade para reduzir a velocidade que nunca nos leva a nada, mas que ajudou a endurecer os corações e perpetuar barreiras; a esperança de restauração renasce. Este é um grande momento para o ministério de reconciliação e o perdão serem postos em prática.

Em nível local e nacional, é hora da igreja voltar a ser a família de Deus. Enquanto corríamos de um lado para o outro, ficamos escravos do denominacionalismo, dos usos e costumes, da religiosidade, do legalismo, das aparências, das capas, das máscaras, do orgulho, da soberba, da falta de amor e de todo o tipo de interesses humanos. No Jubileu temos uma poderosa restauração familiar e com isso concorda a oração de Jesus, a qual pede que os discípulos sejam um (Jo 17:21-23). É tempo de rompimentos doentios e feridas seculares entre  líderes e denominações serem definitivamente curadas. Um reino ou casa dividido não subsistem (Mt 12:25), mas uma verdadeira unidade entre irmãos libera a benção e a vida para  sempre (Sl 133:1-3).



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É claro que o sonho de termos famílias unidas não se limita apenas ao desejo das famílias cristãs. Na verdade o sonho da restauração familiar é uma necessidade para mantermos a sociedade protegida da desintegração total. A célula mater da sociedade tem sido atacada por todos os lados, pois seus inimigos tem aproveitado que estamos desapercebidos com nossa correria diária. Em nossos dias, os homens estão numa correria frenética na busca de recursos para a família, as mulheres passaram a cooperar com o sustento da casa e já não podem acompanhar o cresciemento e desenvolvimento dos filhos. Os filhos então já nascem com celulares e tablets nas mãos, isolando-se cada vez mais em seu mundo virtual. Ainda que seja impossível deter o desenvolvimento tecnológico e as demandas financeiras, um Jubileu seria importantíssimo para restaurar as conexões familiares. Ainda que se esteja ensinando coisas diferentes, Deus criou homem e mulher, macho e fêmea. Nessa união surge a família e são gerados os filhos. Oremos para que em nosso país este projeto de Deus se mantenha firme.



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• •Quando o assunto é o perdão de dívidas, uma boa inspiração é a parábola do credor incompassivo, contada por Jesus em Mateus 18, a partir do versículo  23, após o questionamento de Pedro sobre o perdão. Ainda que hajam muitos no corpo de Cristo que estejam realmente embaraçados com dívidas financeiras, existe ainda uma situação pior, que são os que estão em débito por falta de perdão. Vamos realmente orar para que o povo de Deus não se perca mais em suas finanças e obtenha sabedoria e graça para ficarem livres de seus compromissos financeiros não saldados. Oraremos até para que recebam literalmente o perdão de suas dívidas. Agora a pior dívida a ser saudada, segundo a parábola, é falta de perdão à um irmão. É preciso aproveitar esse tempo de Jubileu para se juntar ao Espírito Santo e fazer uma sondagem sincera no coração, observando com atenção todos os vestígios de mágoas, ressentimentos e todo tipo de situações mal resolvidas, no que se refere ao relacionamento com as pessoas que cruzamos ao longo da caminhada. Usemos o ensinamento da parábola, nos lembrando de quanto o Senhor já nos perdoou; e perdoemos igualmente. Precisamos orar para que o perdão das dívidas no meio do povo de Deus seja uma realidade tanto para os que pagam, quanto para os que recebem.

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Numa cultura embasada no entendimento que o importante é levar vantagem, falar em perdão de dívidas é quase um sacrilégio. Mas isso não impede que clamemos por milagres, aliás, tais situações devem nos desafiar a orar com maior intensidade. Mamon e seus subordinados trabalham para que as prisões das dívidas sempre acabem levando suas vítimas à bancarrota. São sistemas cruéis que vão aplicando juros sobre juros, arrastando milhares ao desespero. No meio destes ares de Jubileu que estão soprando sobre nossa nação, precisamos que o Brasil seja livre de seus poderosos credores internacionais, enquanto internamente, nosso povo seja posto em liberdade deste jugo de cobranças indevidas, geradas por impostos abusivos, juros descontrolados, inflação crescente, custo de vida elevado, ciclos de miséria intermináveis. E ainda que os projetos sociais dos governos municipais, estaduais e da nação sejam importantes para a população mais carente, nosso povo precisa ser livre até mesmo desta mentalidade de dependência do assistencialismo. Nosso povo não é um devedor inveterado, que nunca pagará suas dívidas. Na verdade, por não conhecer o Cristo Vivo, nosso povo tem sido escravo de Mamom por muito tempo e por isso está cheio de dividas com ele. Mas o  Jubileu  chegou pra fazer os brasileiros 

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conhecerem a Jesus Cristo como seu Senhor, e como tal, Ele é quem perdoa essa dívida. Vamos orar por isso também!


• •O Senhor disse que o quinquagésimo ano deve ser santo para Ele. Naquele contexto, isso significava que Israel não poderia estar envolvido em nenhum tipo de sistema de produção de riquezas, mas estaria envolvido em ações que evidenciassem que eles pertenciam a Deus como nação. No ano de número 50, o povo de Deus se comportava de uma maneira tão diferente do esperado para uma nação agrícola, que se tornava evidente o que o Senhor lhes havia dito: todas as nações são minhas, mas vós me sereis um reino de sacerdotes (Ex 19:5 e 6). O apóstolo Pedro reproduziu este entendimento para a Igreja na sua primeira carta, no capítulo dois e no versículo nove. Isso confirma que a Igreja também precisa parar em tempos determinados pra revelar ao mundo à Quem ela pertence. Não é este mundo que a sustenta, que a supre, que a protege. A riqueza da igreja não tem nada a ver com Mamom e seus comandados. No Jubileu a Igreja precisa parar de usar a linguagem econômica das nações e se comportar como um povo realmente adquirido pelo próprio Deus pra falar de suas grandezas e não da miséria ou da crise

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que envolve este sistema mundano. Estas coisas pelas quais o mundo corre e muita gente na igreja tem seguido os mesmos passos; nosso Deus chama de "resto". Nesse período tão glorioso de Jubileu, é tempo de buscarmos o Reino de Deus e sua Justiça, pois o "resto" Ele vai acrescentar (Mt 6:24-34). Será preciso orar santificando-nos como povo Deus que conhece seu coração e a visão de seu Reino.


 A mentalidade de um povo que não conhece a Deus é de que tudo o que ele é ou possui, é resultado de sua própria capacidade, inteligência e esforço. É claro que estas coisas tem seu lugar, mas todos sabemos que o verdadeiro sustento do universo vem das mãos do Senhor (Ne 9:6). A única maneira de levar um povo tão indiferente e incrédulo a reconhecer isso, é impedindo-o de cumprir sua agenda de produção de riquezas. E como Deus faz isso? É simples! Ele permite o que já dissemos acima: abalos (Sl 105:16). Abalos econômicos, abalos climáticos, abalos sociais, abalo nas relações internacionais, abalos sísmicos, abalos políticos e tantos outros. Deus permite que os homens literalmente percam o chão e descubram que nada podem. Muitas vezes não  admitem  publicamente,  mas  o  seu  interior  dizem  a si  

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mesmo: só Deus pode nos socorrer agora (Ap 11:13; 16:9)! Suas melhores estratégias e seus melhores planos são totalmente frustrados. Nossa oração não será para que venham abalos, pois Deus sabe como, quando, onde e que tipo de abalo é melhor para cada situação. Nossa oração será para que os abalos produzam o efeito esperado e que toda gente de nossa terra reconheça que precisamos parar e dar glória ao Altíssimo.


• •Era de se esperar que um povo que foi explorado por tanto tempo por faraó e seu sistema de escravidão, ao ser livre dessa opressão, não quisesse jamais tratar seus próprios irmãos com desigualdade. Infelizmente o pecado incrustado no homem faz com que encontremos nele as piores reações. Durante vários momentos da história bíblica, vemos O Senhor tendo que exortar seu povo a deixar de oprimir e assenhorear-se de seus próprios irmãos (Jr 34:8-17). O Jubileu deveria servir como o fiel da balança no mercado de negócios entre os judeus. Na observância do ano de descanso é que se deveria definir preços e valores das propriedades para que ninguém pagasse além ou aquém do valor real da terra, pois em última  instância   ela pertencia  ao  Senhor (Lv 25:23). E na

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Igreja de Jesus estabelecida no Brasil, será que temos sido justos e honestos com nossos irmãos? Se somos patrões não queremos pagar o que é justo aos funcionários. Se somos funcionários, queremos roubar tempo de serviço daqueles que nos empregam. Sempre que é possível, os negócios são feitos baseados no entendimento de que é preciso levar vantagem, e não no valor real do negócio. Será que o fato de termos sido misericordiosamente livres das prisões e armações de satanás não deveria nos fazer mais justos e honestos por estarmos servindo no Reino do Rei da Justiça? E dentro dos ministérios! Quantas vezes líderes são desonestos e injustos com o povo e o povo injusto e desonesto com seus líderes. Quantas vezes as relações interpessoais não são pautadas na sabedoria que vem do alto, a qual é sem hipocrisia e cheia de bons frutos, mas sim em esperteza terrena, animal e diabólica (Tg 3:15-17); procurando sempre um jeito de extrair do outro e nunca compartilhando em amor. Aqui é preciso muita oração e ação!


Já foi dito que o Brasil é a nação que se orgulha de ser a matriarca da lei da vantagem. Um povo assim seria capaz de se  mover  em  justiça  e em honestidade? É o que precisamos



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buscar em Deus. O Senhor deu a Israel uma referência para equilibrar as negociações de propriedades porque a terra é Dele. Se entendêssemos que na verdade não apenas a terra é Dele, mas também tudo o que nela há, pensaríamos melhor antes de sermos injustos e desonestos ao relizarmos transações comerciais e financeiras com as coisas que pertencem ao Deus Justo. Parece que uma das maneiras de mudar o conceito de direito de propriedade e o que fazer com a mesma, é ensinando essa verdade. É preciso mudar o foco dos ensinos e pregações centradas em homens, e anunciar o governo e autoridade daquele que possui o Brasil por direito de criação e por direito de redenção. Como Criador e Redentor de nossa nação, Jesus deve obter o senhorio completo dessa região, e assim definir as regras de exploração dos bens e serviços. Só o Espírito Santo pode convencer os homens a se sujeitarem à Palavra, pois cada um recebeu de Deus o livre arbítrio. Mas quando Jesus vier governar na terra, certamente pedirá contas da maneira com que tratamos os bens que nos emprestou e as pessoas que precisaram deles.

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• •Para um povo que é chamado de "crente", viver pela fé deveria ser algo relativamente fácil. Infelizmente não é o que temos observado. Estamos tão envolvidos no que é natural e palpável pelo físico, que muitas verdades da Palavra se tornaram em utopia. Isso é um verdadeiro desastre, pois fé precisa ser o estilo de vida do Povo de Deus (Hb 10:38). O ano do Jubileu é a maneira perfeita de nos recolocar no trilho da fé, pois em um tempo desse é necessário depender de Deus pra tudo. Como já dissemos, o ano 50 era de descanso, no entanto, o 49 também já tinha sido, por ser um sabático. Isso fala de uma nação agrícola permanecendo dois anos sem trabalhar a terra. Era preciso que tivessem muita fé pra esperar que mesmo não cumprindo sua rotina de aradura, sementeira e sega; haveria provisão para três anos. Quem proveria? O Senhor proveria! Eis aqui uma bela razão para o shofar a ser tocado no Jubileu ser exatamente o chifre de carneiro, que foi o animal provido por Deus à Abraão na substituição de Isaque como sacrifício (Gn 22:13 e 14). Não é para igreja cruzar os braços e deixar de agir, mas é pra ela voltar a crer que aos seus amados, o Senhor dá enquanto dormem (Sl 127:2b). É hora de saber que nenhuma correria desvairada   poderá   substituir   horas    preciosas  buscando 

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intimidade com o coração do Papai. Assim como a terra em descanso não parava de produzir, mas dava para o dono da terra e também para o necessitado (órfão, viúva, o pobre, o estrangeiro, etc.) (Lv 25:6 e 7; 12), temos a certeza que enquanto a Igreja brasileira espera em Deus, seus frutos terão uma influência muito maior. Houve um encontro de Jesus com seus discípulos pescadores no qual eles trabalharam a noite toda e não apanharam nada. Porém, quando pararam e ouviram ao Senhor, já não podiam dar conta de tantos peixes (Lc 5:1-7).  Como se já não bastasse ter demonstrado isso uma vez, novamente após a ressurreição, Jesus repetiu a lição. Com muita decepção no coração e sem nenhuma motivação correta, Pedro e os outros discípulos tentaram quebrar seu Jubileu pessoal, voltando à pescaria mecânica e sistemática, pois não tinha como fazer isso por fé, já que não havia nenhuma Palavra do Senhor ordenando tal pesca. Como não podia ser diferente, não apanharam nada. Ao perceberem que o "Descanso em Pessoa" estava na praia chamando por eles, foram até Ele para se renderem ao seu doce chamado. O trabalho deles sem a participação e direção de Jesus não produziu nada. Mas para a surpresa deles, quando pararam de se debater em  sua própria força ouviram  o que fazer e já 

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não davam conta da quantidade de peixes. Além disso, o Mestre já tinha provido o café da manhã, assando pão e peixe para eles (Jo 21:3-14). A Igreja do Brasil não precisa parar literalmente como fazia Israel, mas precisa parar com todas as atividades que estão expressando continuamente sua falta de fé e confiança no Senhor. Os necessitados querem e precisam ter acesso ao fruto que é gerado totalmente em Deus. Jesus disse que se crermos poderemos viver isso e muito mais (Jo 14:12).


Se perguntarmos para a grande maioria do povo brasileiro se possui fé, a resposta certamente será sim. Nosso povo tem fé nos ídolos, nos santos, nas religiões, nos encantamentos, nas magias, nas simpatias, nos pastores, nos padres, nos papas, nos pais de santo, nos macumbeiros, nos feiticeiros, nos bruxos, nos magos, nos duendes, no papai noel, no coelho da páscoa, na loteria e jogos de azar, nas celebridades, etc.  O problema de tudo isso, além de ferir o coração do Papai, é que nenhuma dessas chamadas "fé", pode operar salvação. Um dos símbolos contidos no Jubileu é a presença manifesta do Rei meio do povo, trazendo salvação. Ninguém precisa ou pode fazer nada para salvar-se, pois o único capacitado para



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que tal

 orarmos ?

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isso está presente, dispensando qualquer esforço humano. As pessoas normalmente acreditam nas coisas listadas acima porque são fisicamente palpáveis e visíveis. Só que com Nosso Senhor e sua Palavra as coisas são diferentes. Sem fé Nele é impossível agradá-Lo (Hb 11:6), e esta fé precisa ser exclusiva Nele (At 4:12; I Tm 2:5). Temos que interceder para que o Brasil pare de crer em tanta coisa e passe a crer e esperar no Senhor somente. Talvez se estes necessitados encontrarem um acesso mais fácil às propriedades das igrejas cristãs, sem tanta religiosidade e falta de amor, eles passem a ter a fé certa no Deus certo.

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faça parte

disso

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SEJA UM INTERCESSOR

Jesus disse que sua casa seria chamada casa de oração (Lc 19:46). Por ser a habitação do Espírito Santo, te desafiamos a ser uma fábrica de poder transformador aqui na terra, orando para que estes milagres aconteçam

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faça parte

disso

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COMPARTILHE ESSA MENSAGEM

Quanto mais gente souber dessas verdades, mais intercessores poderemos alistar. Se conhece pessoas que possam se interessar, deixe-as conhecer os planos do Senhor e os nossos.

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faça parte

disso

O ap Paulo escreveu aos coríntios que Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias. Talvez por isso, tenha sido escrito este livro. Não será encontrado nele profundas revelações, mas coisas que estão previstas na Palavra a muito tempo.


Para os mais eruditos, os textos acima certamente não poderão trazer nenhum tipo de acrécimo ao conhecimento literário de grande profundidade.


E por fim, para os que costumam analisar um e-book do ponto de vista comercial, deixo claro que este não é o alvo. Aliás, as várias propostas dos blogueiros especializados em "como ganhar dinheiro com e-books", não foram observadas.


O alvo aqui é tão somente ajuntar pessoas em torno do Nome de Jesus Cristo, a fim de que Ele nos mostre o caminho para a cura da nossa terra do Brasil. Ainda que seja muito proveitoso, não sou muito afeiçoado às redes sociais. Entendo que por meio delas é que acontece toda

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